quarta-feira, 13 de maio de 2015
310
E então minha carne tocou a sua
Vimos a vida nua e crua
Junto a uma obsessão de amor e paixão.
Tudo maravilhoso
Fizemos amor no ócio
Sentimos em carne
O cálcio dos ossos
A expressão nos olhos
Que gritavam cantigas de amor.
As pequenas declarações
Já não bastavam a tempos
A prática do amor
Veio a ser uma demonstração
Maior que qualquer coisa.
Tua carne é minha
Teu corpo respira do meu amor
Teus olhos sorriem para o nosso ato
Tua boca diz palavras chulas
Declarações nuas
Sem nenhum recato.
Teu colo és meu recanto
Teu abraço me faz anjo
Tua carne me faz pecado
Nosso amor nos faz humanos.
Putschist, maio 2015
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