terça-feira, 26 de agosto de 2014

Não existe hora para o amor

Quando percebi
Que seus olhos castanhos
Estavam em direção aos meus
Pensei que fosse uma tempestade

Quando vi seus lábios
Idealizando um sorriso
Meu coração acelerou
E você se tornou especial

Penso que se por acaso
Tivesse coragem de dizer
Que acho que
Gosto de você
Você acharia cedo?

Eu sei
Parece precipitado
Mais qual foi o gênio
Que falou que o amor
Tem data e hora marcada
Para nos deixar lado a lado?

                                                         Putschist, agosto, 2014

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Sem Título.


Quem sabe.
Se eu raciocinasse direito.
Se eu vivesse de um jeito.
Que as pessoas achassem formal.

Quem sabe.
Se eu fosse um sujeito.
Que pensasse um pouco a respeito.
De ser um pouco mais normal.

Quem sabe.
Se eu me tornasse assim.
As pessoas pensassem enfim.
Que eu fosse um homem formal.

Porém.
Ser louco é legal.
quem é que precisa.
ser normal.
quando se tem liberdade?.

                                                       




                             Putschist, agosto 2014

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Silêncio de uma manhã

Não sei o que dizer, você me provoca calafrios.

Seus braços são meu refugio
O que vivemos antes
Foi só um preludio
Para esse nosso amor cômico

Quero ser pra sempre seu, morena
Quero te beijar em meio a noite serena
Te amar como se o amanhã
Não existisse

Quero te ter em meus braços
Pelo menos só mais uma vez
Idealizar meus sonhos loucos
Nos quais você é a protagonista

Quero te sentir
Quero seu corpo deitado na minha cama
Mostrar pra você como a gente se ama
De uma forma impossível
De dizer em palavras

Talvez esse verso não diga tudo
Talvez se sinta indigna do mundo
Depois que acontecer
Mais o nosso amor
Nunca irá enfraquecer

                                                                                                          Putschist, agosto 2014

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Talvez, mais uma.

Uma canção, uma poema ou uma forma de tentar me expressar, chame como for essa é apenas mais uma tentativa;

Te ver assim é compreensivo
Te ter enfim é ilusão
Não vai mais voltar
Não vai mais se entregar

Isso não seria necessário
Só preciso de atenção
E você vivia assim
O nosso amor
Sem nenhuma emoção

Talvez não fosse pra ser assim
Você não foi feita pra mim
Mais a vida engana
Corações obcecados por afeto

Seria tão simples
Se fosse apenas viver
Mais sem você
O verbo viver
Se torna incompreensível
                             Putschist, agosto 2014

Apenas mais um poema

Esse é um poema de minha autoria, para mais um amor perdido no tempo, para mais um coração poupado de cuidar de outro bem mais frágil.


Se nós vivêssemos no nosso mundo.
Seriamos completos.
Seriamos infinitos.
Viveríamos com o instinto de viver.
Selvagens seriamos.

Se nos vivêssemos no nosso mundo.
Seriamos protagonistas.
Seriamos artistas.
Da arte abstrata chamada vida.

Se nos vivêssemos no nosso mundo.
Não existiria pecado.
Sorriríamos pra morte.
Não precisaríamos de sorte.
Pois tudo seria enfim, nós.

Se nós vivêssemos no nosso mundo.
Consumiríamos do nosso próprio amor.
Viveríamos sem guardar rancor.
Viveríamos como realmente deve.

Se nos vivêssemos no nosso mundo.
Não existiria furto.
Pois só o nosso sentimento teria o real valor.

                                                                                                               Putschist, agosto 2014

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

pensamento, crime contra o ato de viver.

Se talvez, todo mundo pensasse, existiria menos pessoas felizes no mundo, penso que em algumas ocasiões, pensar demais pode simplesmente um motivo de uma suposta decadência, o pensamento aflige a maioria das pessoas, as pessoas pensam mais e vivem menos, não no sentido de que terá menos tempo nessa terra, mas não vivera realmente, não fará tudo o que quiser fazer, o pensamento é a doença de uma sociedade.